Monday, March 23, 2015

Entrevista/Interview no/at Estúdio Móvel, na TV Brasil

                     desenho de Rafa Med

20 anos de carreira no Estúdio Móvel na TV Brasil. Descubram este lindo episódio também com a participação das artistas Clara Valente e Jana Linhares. É uma linda homenagem esta.

Para vê-la, clica AQUI




Gustavo Ciríaco no/at Carnets de la Création, Radio France



Gustavo Ciríaco foi aos Carnets de la Création conversar com Aude Lavigne, na Radio France. 
GC rencontre Aude Lavigne dans les Carnets de la Création, Radio France. 
GC meets Aude Lavigne at Carnets de la Création, at Radio France. 

Gustavo Ciriaco, chorégraphe brésilien - Arts & Spectacles - France Culture

Para ouvir a entrevista, acesse-a 
To listen to the interview, click 

Visitem o meu website. Visit my website. Visitez mon siteweb.

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Sunday, March 1, 2015

Onde o horizonte se move | Where the horizon moves | BARCELONA





Onde o horizonte se move | Where the Horizon Moves is a site-specific project where the horizon is treated as a field of shared fiction. Through the selection of a landscape and a place from where the audience can observe it, the project generates its gradual transformation through figures that appear and disappear on the horizon. This piece features neighbours from the Poble-sec district as volunteers and invites the public to witness a process of deceleration: from a vantage point, a plateau, an avenue, a landscape unfolds, a city is revealed. Here, the spectators, as if they were the guardians of the past, travel the horizon to decipher these figures blotted out by the sun, which become people, stories, worlds.

Gustavo Ciríaco is a Brazilian artist based in Rio de Janeiro. He has a strong international presence and has presented his works in Europe, Latin America and the Middle East, and more recently in the Far East. His work combines various artistic disciplines, showing an interest in other knowledge, other fields, other voices; often through people, looking for other ways to cope with everyday life, adding potential, tools and knowledge about how to deal with time and space. He has used choreography, theatre, video, storytelling and urban actions in conversational works where the encounter is the inspiration for fictions and shared situations.

Where the Horizon Moves was included in the official programme of Guimarães – European Capital of Culture 2012 (Sweet & Tender Collaborations, organized by Maus Hábitos) and by the Rio Occupation London artistic mission at the London Cultural Olympiads in 2012. The project was in residence at the Cidade das Artes, programmed at the Panorama Festival (Rio, 2013) and toured with the SESC Arts Circuit, visiting nine cities within the state of São Paulo.

Conception and artistic direction Gustavo Ciríaco
Direction assistant Priscila Maia
Performers Ana Trincão, Gustavo Ciríaco, Priscila Maia, Tiago Barbosa
Production direction Míriam Martin Ferrer
Management Jesse James – Anda&Fala
Local performers Laura Gutiérrez Vázquez, Francisco Gutiérrez Vázquez, Julia Mar, Karla Colman Castro, Cirila Targhetta, Mònica Guillemat Rocamora, Alice Pernes, Edu Tabueña, Katerina Archontaki, Pau Rodríguez Espinal, Ewa Staniewicz, Meritxell Romanos Bayés, Miguel Murillo Rodríguez, Linda Uhr, Yaiza Ramos, Alejandro Flores Márquez, Montserrat Casals Ros, Jaume Viñas

Brasil, Dos cares

Mercat de Flors, Barcelona
March 13th, 14th and 15th

Thursday, December 4, 2014

VIAGEM REDONDA | Festival Artdanthé 2015, Paris


VIAGEM REDONDA


Um barco zarpa rumo ao horizonte e desse mesmo horizonte um dia ele retorna. 

Um termo marítimo, viagem redonda dá o nome a uma viagem inteira, um ir e vir, 
duas metades de uma mesma travessia. Aqui a viagem já se iniciou noutro porto. 
O aqui é o destino. É um mirante que acompanha um vir. 
Um homem que vem ao público se apresentar. 
Eu sou esse homem.



ROUND TRIP names a complete journey, forth and back, two halves of the same voyage. 
A boat sails away towards the horizon and from that same horizon one day it returns. 
The travel has already started in another port. 
Here is the destination. Here is an eye that follows a coming forward. 
A man that comes in public to present himself. 
I am that man.

Centre Bruxelles-Wallonie, Paris
Março | March 16



Monday, December 1, 2014

Quem anda no chão, quem anda nas árvores, quem tem asas - nova criação




Há sinais. Há rumores. Os índios dizem que um dia o céu irá cair.
Quem anda no chão, quem anda nas árvores, quem tem asas, quem mora na água, assim os povos amazônicos descrevem os seres da floresta. Na origem dos tempos, eram todos humanos: as onças, as araras, as antas, os porcos-do-mato, os pirarucus. Depois, se transformaram em outra coisa e viraram caça. No entanto, para eles, ainda somos todos animais. Somos a caça que mora em casas (Eduardo Viveiros de Castro).
Ignorantes, alienados, inocentes, raivosos, desesperados, covardes, melancólicos, eufóricos, infantis, perdidos na alegria quente, homens e mulheres seguem o seu destino no seio do mundo que gira. Sob a roda da fortuna que eleva, seduz e atira à queda, temos todos o mesmo chão sob os pés. O homem avança na paisagem e a paisagem avança no homem diante de um zênite em queda.
Em um mundo à beira do colapso, as tragédias se amontoam, transbordam e desafiam a nossa sorte. Heróis surgem fugazes como estrelas brilhando no escuro. Rápidos, intensos, seus dramas nos fazem mais humanos, mais vulneráveis na nossa proximidade do comum vivido. Através de seus dramas, vivemos um possível futuro. Em compaixão, o nosso eventual destino.
Quem anda no chão, quem anda nas árvores, quem tem asas propõe repensar a tragédia em um diorama. Comuns nos museus de história natural, os dioramas encerram vista e ambiente em reproduções realistas de paisagens. Na origem do termo, diorama significa através do que se vê, uma vista. Através deles, mergulhamos em tempos congelados de um animal na sua paisagem. O museu de ciências naturais visita o trágico, desliza na comédia e constrói ficções criando uma vista para um panorama em mutação, um mundo em queda, experienciado através do que a distância preserva, evidencia e faz desaparecer.
Estréia no Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim, dia 15 de novembro 2014.

Temporada : Nov 15 – Dez 7. Sextas e sábados às 18h30.  Domingos às 17h30.

Residências de criação : 
PAR – Programa Artistas en Residencia em parceria com Casa Rodante e Festival Internacional de Dança de Montevidéu. 2 Abril- 11 Maio, 2014.

Barracão Maravilha, no Rio de Janeiro. Setembro-Novembro 2014.

Those who walk on the ground, who climb trees, who bear wings



There are signals. There are rumours. The indians say one day the sky shall fall.
Those who walk on the ground, who climb trees, who bear wings, who dwell in the water, thus the Amazon tribes describe the peoples of the forest. At the beginning of times, everyone was human: the jaguars, the parrots, the tapirs, the wild pigs, the pirarucu fishes. Afterwards, they turned into something else and became prey. Nevertheless, for them, we are all animals. We are the prey who lives in houses. (Eduardo Viveiros de Castro)
Ignorant, alienated, innocent, angry, desperate, coward, melancholic, euphoric, childish, lost in warm happiness, men and women follow their destinies at the heart of a turning world. Under the fortune’s wheel that elevates, seduces and cast us away, we have all the same ground under our feet. Man runs into the landscape and the landscape runs into man amidst a falling zenith.
In a collapsing world, tragedies pile up, flood and challenge our luck. Heroes emerge nameless, swiftly as shooting stars in the dark. Fast, intense, their dramas render us more human, more vulnerable in our proximity to what is commonly lived. Through their dramas, we live a possible future. Through compassion, our eventual destiny.
Those who walk on the ground, who climb trees, who bear wings proposes us to rethink tragedy in a diorama. Commonly present in museums of natural sciences, dioramas merge view and atmosphere in realist reproductions of landscapes. In its origin, the term means through what is seen, a view. Through them, we dive into frozen times of an animal in its habitat. The museum of natural sciences visits the tragic, glides into comedy and builds up fictions creating views for a mutating panorama, a falling world, experienced by what distance preserves, underlines and makes vanish.
Première at Galpão das Artes, Espaço Tom Jobim, Botanical Garden of Rio de Janeiro : November 15th
From Nov 15th until Dec 7th. Fridays, Saturdays and Sundays.
Those who walk… is a project funded by OI Futuro and Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro – SEC.

Artistic residencies : PAR – Programa Artistas en Residencia, a partnership between  Casa Rodante and Festival Internacional de Dança de Montevidéu – FidCU, Uruguay. 2 April- 11 May, 2014.
Barracão Maravilha (Sep-Nov), Rio de Janeiro.

Monday, October 6, 2014

Viagem Redonda at Festival Artdanthé 2015



                                              photo by Manuel Vason

VIAGEM REDONDA

A boat sails away towards the horizon and from that same horizon one day it returns. 
Round trip names a complete journey, forth and back, two halves of the same voyage. 
The travel has already started in another port. 
Here is the destination. Here is an eye that follows a coming forward. 
A man that comes in public to present himself. 
I am that man.
Conception and performance
Gustavo Ciríaco

This solo has been at:
Festival Artdanthé (as an extract), part of the program of the Portuguese Collective Demi-Monde. Paris, Feb. 2014
Visiting card – LIFT Festival & Battersea Arts Centre * Rio Occupation London. London, July 2012
Festival Verão Azul – Lagos/PT | Kokko 1721/Finland – August 2013

Next dates:
Festival Artdanthé, March 2015, Paris.

Aquilo que me vem até os olhos, por quê não trago comigo? Aquilo que trago comigo, por quê não me vem aos olhos?


aquilo que me vem aos olhos, por quê não trago comigo? Aquilo que trago comigo, por quê não me vem aos olhos? 
vídeo de Gustavo Ciríaco para o Museu Encantador

MUSEU ENCANTADOR

27 de Setembro a 04 de Outubro de 2014
Instalação-performance Museu Encantador chega ao MAM-Rio 

Projeto de arte multimídia e performance pensa arelação
entre Brasil e Portugal a partir da noção de encantamento
A partir de 27 de setembro, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro recebe a instalação-performance Museu Encantador. Organizada pela performer e dramaturga  portuguesa Rita Natálio e a diretora carioca Joana Levi, a exposição reúne vídeos, objetos, sons e obras de arte coletadas no Brasil e em Portugal e uma performance que será apresentada nos primeiros 10 dias da temporada. Durante oito meses de pesquisa, as artistas formaram uma expressiva rede de imagens e conteúdos em torno de algumas perguntas como: o que é encantamento? Existiria alguma relação entre encantamento e cultura? O que seria um museu do ‘encantamento cultural’ entre Portugal e Brasil?
O caráter colaborativo da instalação apresentada no MAM é montado a partir de doações artísticas vindas de 17 artistas brasileiros e portugueses. Chamados de doadores de encantos, artistas visuais, performers, pesquisadores e filósofos de ambos países foram convidados a realizar diálogos sobre noções pessoais de encantamento e história cultural, formando uma teia de encantos que ligam Brasil e Portugal. Entre os colaboradores, estão a artista carioca Laura Erber, o artista pernambucano Paulo Bruscky, a  psicanalista Suely Rolnik, o ator e diretorlisboeta André Teodósio e os performers portugueses Ana Borralho & João Galante
Além das doações de artistas, o Museu Encantador recolheu vídeos, fotografias, e entrevistas em passagens por Alter Do Chão, Recife, Natal, Curitiba e São Paulo. Nesses lugares, o projeto realizoutambém oficinas, conversas públicas e mostras de processo.
A performance que acompanha a instalação conta com a presença das criadoras Rita Natálio e Joana Levi, além da dançarina portuguesa Teresa Silva. Esta performance procura  pensar a relação entre Brasil e Portugal no século XXI. “Trata-se de elaborar um pensamento sobre a colonização, descolonizando o pensamento. É preciso não temer os clichês.Tocar os vestígios, analisar o pó debaixo dos tapetes e abraçar essa estranha mistura de vivo e morto que os museus nos apresentam. Apesar de ser pensada para hoje, é uma performance com muitos fantasmas”, comentam Rita e Joana.
Museu Encantador estará no MAM-Rio entre 27 de setembro e 26 de outubro e foi contemplado pelo Prêmio Funarte Redes Artes Visuais – 10ª edição. Atenção: as performances serão dias  27 de setembro, às 17h, 28 e 30 de setembro, às 16h e dias 1, 2, 3, e 4 de outubro, às 16h.
Gustavo Ciríaco é um dos artistas que doaram uma obra à coleção. 

Those who walk on the ground, who climb trees, who bear wings



THOSE WHO WALK ON THE GROUND
WHO CLIMB TREES
WHO BEAR WINGS

A world adrift experienced in a diorama by the distance that it preserves, puts in evidence and makes disappear. A mutable panorama where the natural museum meets the tragical theater and the comedy enlaces fiction with real time.

Première at Galpão das Artes, Espaço Tom Jobim, Botanical Garden of Rio de Janeiro : November 15th
From Nov 15th until Dec 7th. Fridays, Saturdays and Sundays.

Those who walk… is a project funded by OI Futuro and Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro – SEC.
The project is in residency at Barracão Maravilha, Rio.
More info: www.gustavociria.co

Thursday, July 17, 2014

Aqui enquanto caminhamos | Here whilst we walk at Walk&Talk Azores Festival


Aqui enquanto caminhamos | Here whilst we walk 
Walk&Talk Azores Festival, August 1st and 2nd
Ponta Delgada, São Miguel, Azores/Pt
Click HERE for more info.

Thursday, June 5, 2014

Performance do Lugar - workshop em Lisboa | Performance of the Site - workshop in Lisbon




Performance do Lugar: ferramentas etnográficas e arquitecturas vividas
Performance of the Site: ethnographical tools and lived architectures

14-18 julho | July
75€
Inscrições: enviar breve nota biográfica para info@re-al.org
Enrollment: send a brief biographical note to 
Esta oficina propõe explorar ferramentas da etnografia e da arte contextual para a produção colectiva de mapeamentos sensíveis e vivenciais e a construção de performances in situ. Activando um conjunto de exercícios de deslocamento, paragem e convivência, a proposta é instalar uma zona de atenção temporária num território da cidade – a Baixa de Lisboa – de modo a circunscrever os funcionamentos urbanos emergentes das relações entre geografia, arquitetura, uso e habitação. A partir desta experiência directa no terreno, os participantes serão convidados a construir e experimentar modos de manuseamento artístico da materialidade do quotidiano que permitam performar o lugar. 

This workshop aims to explore ethnography and contextual art as tools for a collective production of sensible and experiential maps and the construction of site-specific performances. Activating a set of exercises of displacement, pauses and conviviality, the proposal is to install a temporary zone of attention towards  downtown Lisbon, in order to circumscribe urban phenomena emerging from the relationship between geography, architecture, habits and inhabitation. From this direct experience in the field, the participants are invited to build up and experiment modes of artistic maneuvering of the materiality stemming from daily life, which allow them to make the site perform. 
Fernanda Eugénio é antropóloga e artista. Trabalha com a etnografia na proposição de deambulações, performances invisíveis e site-specific. É pós-doutorada pelo ICS/UL e doutorada pelo MN/UFRJ. Com João Fiadeiro, no âmbito no projecto AND_Lab, desenvolveu o Jogo AND, ferramenta transversal para a “pensação” da convivência sustentável, na relação entre ética, estética e política.
Fernanda Eugénio is an Anthropologist and artist. She's been working with ethnography in propositions related to wanderings, invisible and site-specific performances. She has a Post-Doctorate degree at Instituto de Ciências Socias/Universidade Livre de Lisboa and a Doctorate at Museu Nacional/Federal University of Rio de Janeiro. With João Fiadeiro, under the frame of AND_Lab, she has developed the Game AND, transversal tool for thinking a sustainable conviviality, in the relationship between ethics, aesthetics and politics.


Gustavo Ciríaco é Coreógrafo, performer e artista contextual. Trabalha internacionalmente em projectos transversais  e colaborações envolvendo arquitetura, artes visuais e do espetáculo. Suas obras se orientam pelo contexto onde acontecem e a poesia das materialidades envolvidas em cada situação. Interessa-lhe a construção do presente, a experiência sensível do aqui no agora. Suas obras têm  sido acolhidas em festivais, instituições e teatros, na América Latina, Europa, Ásia e Oriente Médio, dentre eles, Al Mamal Foundation,  Tokyo Wonder Site, Casa Encendida Tanz im August, Taipei Digital Art Center, Panorama da Dança, Alkantara.


Gustavo Ciríaco (Rio de Janeiro) is a Brazilian performing and contextual artist. He started his career in Political Sciences and then drifted to dance-making and convivial works. Ciríaco has travelled and worked in Europe, Asia, Latin America and the Middle East on projects, artistic collaborations and workshops. He’s been acting in urban space and landscape projects, in conversational pieces, in performances and more recently in museum projects.



About Me

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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Rio de Janeiro. I am a performing artist and art maker coming from dance. I love to dialogue with the historical, material and affective context we are immersed in any given situation. As art form, my work goes from multimedia stage conceptual work to convivial and open-air pieces. It strikes me the awareness and fictions arising from the sublime of daily situations, its materiality, the reference points that we cling to and build up our relation to reality and how meaning grows from this. contacts: gustavociriaco@gmail.com | marine@elclimamola.com

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